Trailer do próximo episódio de Game of Thrones
{Resenha} Game of Thrones – The Door (S06E05)
Trailer estendido do último episódio da 11ª temporada de Supernatural
Trailer do último episódio da 4ª temporada de Arrow
Trailer do último episódio da 2ª temporada de The Flash

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A atriz Lauren Graham esteve no programa de Ellen DeGeneres e anunciou que o revival de GG se chamará Gilmore Girls: A Year in the life! lembrnado que todo o elenco original irá participar inclusive um certo Winchester hehehe e a Netflix ainda disse que irá disponibilizar TODAS as sete temporadas ainda esse ano, já que os quatro novos capitulos da série chegam no final do ano com 90 minutos de duração cada!! é a Neglix resssssuuusssitando as series!! pq escrevi desse jeito? não sei, achei legal kkkk confere o primeiro pôster ai!

 

A CW confirmou que haverá um MEGA CROSSOVER entre Arrow, The Flash, Supergirl e Legends of Tomorrow. 😱💪IMG_20160520_001810

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😲😲😲 Daniel Craig recusa proposta de 360 milhões para continuar sendo James Bond e o ator britânico recusa essa bolada Segundo o jornal “Daily Mail”, ator já havia decidido encerrar a experiência como 007 por “problemas no joelho e exaustão”

Após a confirmação pela Paramount Pictures que o quinto filme da franquia Transformers começará a ser rodado em junho e terá o título Transformers: The Last Knight, agora o ator Josh Duhamel anunciou sua participação no longa.

Duhamel irá reprisar seu papel como tenente-coronel William Lennox, que apareceu nos três primeiros filmes dos Transformers, mas ficou de fora de A Era da Extinção.

 

Além de Duhamel, Transformers: The Last Knight conta também com Mark Wahlberg, novamente como o protagonista Cade Yeager; além dos novatos Isabela Moner (da série Growing Up Fisher) e Jerrod Carmichael (de The Carmichael Show).

ACREDITEM UM DIA ESSA SAGA VAI TERMINAR!!! SE DEUUUUUUUUUUUUUUUSSSSSSSSSSSS QUISER!

A Fox Film do Brasil divulgou o primeiro trailer oficial legendado da adaptação cinematográfica de Assassin’s Creed!

Na trama, por meio de uma tecnologia revolucionária que destrava suas memórias genéticas, Callum Lynch (Michael Fassbender) experimenta as aventuras de seu ancestral, Aguilar, na Espanha do século XV. Callum descobre que é descendente de uma misteriosa sociedade secreta, os Assassinos, e acumula conhecimentos e habilidades incríveis para enfrentar a organização opressiva e poderosa dos Templários nos dias de hoje.

Assassin’s Creed é estrelado pelo indicado ao Oscar Michael Fassbender (X-Men: Dias de Um Futuro Esquecido e 12 Anos de Escravidão) e pela vencedora do Oscar Marion Cotillard (Batman: O Cavaleiro das Trevas e Piaf: Um Hino ao Amor). O filme é dirigido por Justin Kurzel (Os Crimes de Snowtown e Macbeth: Ambição e Guerra). O filme chega dia 21 de dezembro!

O terceiro episódio da sexta temporada de Game of Thrones foi intitulado de “Oathbreaker”, que pode ser traduzido como uma expressão para se referir a quem comete perjúrio, falso testemunho ou a um “não cumpridor de promessas”. E por que é importante ressaltar essa informação? Porque uma análise mais apurado do episódio mostra que seu título e as histórias nele retratadas cumprem por relembrar neste recomeço da série – em vias de desfecho com poucas temporadas por vir – que qualquer indivíduo está sujeito a não cumprir com sua palavra, seja por desonestidade ou pura ganância, seja em razão de um coração virtuoso cheio de boas intenções, que coloca sua palavra para trás em função de um bem maior.

A guerra pelo Trono de Ferro de Westeros é o resultado de inúmeras promessas não cumpridas e, dia após dia muitos dos personagens insistem (para o bem da trama, ainda bem, não?), em não cumprir com a sua palavra, como especialmente foi mostrado neste episódio.

A série está indo muito bem com a construção da trama, agora sem a publicação oficial dos livros para se basear. Digo “publicação oficial”, pois, ainda que os detalhes da história agora sejam de responsabilidade dos showrunners da série, é de conhecimento público que George R. R. Martin já contou o final dos livros para os roteiristas e estes deveriam, em tese, criar uma história inédita sem se distanciar da essência da saga. E assim vem sendo.

O terceiro episódio teve a missão ingrata de responder à alta expectativa do telespectador depois de um episódio muito empolgante e tenso como foi o anterior. Certamente não tem cliffhangers de tirar o fôlego tal qual a ressurreição de Jon Snow mas, ainda que tenha sido um episódio mais calmo, presenteou os fãs com aparições há muito esperadas e de forma sutil conseguiu ser surpreendente com o retorno de personagens até então sumidos.

Para uma análise mais coerente dos acontecimentos, não será seguida a ordem cronológica das cenas, mas dos núcleos por território e relevância na trama do episódio. Contém muitos spoilers e teorias. Siga com por sua conta em risco ;)

MURALHA

Ainda não é possível saber se o Jon Snow é o mesmo na sua personalidade, espírito ou aspirações; voltar do mundo dos mortes no universo de Game of Thrones, como explicado nos livros e demonstrado na terceira temporada da série quando um Sacerdote Vermelho ressuscita um membro da Irmandade sem Bandeiras, faz com que a pessoa esqueça memórias de sua vida anterior a morte, fiquem as cicatrizes do ferimento de morte e que parte da sua personalidade e energia vital se perdem, juntamente com suas memórias afetivas e essência da pessoa, se transformando em um ser humano no mesmo corpo, mas possivelmente com algum aspecto da pessoa pode mudar, se transformar ou se perder. Esses detalhes foram ressaltados pelo autor em entrevistas, inclusive.

Na série não sabemos se haverá esse preciosismo para mudar a personalidade da personagem e tornar a trama ainda mais complexa, mas nos livros essas transformações foram notadas e incisivas.

Ao retornar o fôlego de vida, foi mostrado um Jon Snow muito confuso, assustado, perplexo por ter sido traído em razão de seguir suas convicções por honra e, por isso, estava possivelmente frustrado. Se com sede vingança ou ânsia pelo poder de Winterfell, ainda não sabemos. Jon parece ter mudado de alguma forma, só não sabemos ainda se por reflexo do ritual de volta dos mortos ou por uma reviravolta (natural, afinal era para ele estar morto) que o fez rever os rumos de sua vida e suas convicções, sem que tenha mudado sua essência de bom moço e honrado tal qual Ned Stark fora um dia.

Ter condenado seus assassinos a forca, incluindo o Olly, uma criança movida pelo ódio do seu meio, pode trazer o questionamento se o antigo Jon agiria daquela forma ou até mesmo em que medida chegou a se sentir mal em ter que cumprir com aquela dura função.

Quanto a quebra da promessa e a reviravolta: deixar o manto de Lorde Comandante da Muralha para Edd Doloroso e quebrar seus votos da Patrulha da Noite, indo embora de Castle Black, o tornaria um desertor? Afinal, os votos são válidos até o findar da vida e até então nenhum dos corvos teria voltado dos mortos. É possível interpretar que a missão de Jon foi sim cumprida em vida, não havendo mais compromissos para com a Patrulha, será?

SAM TARLY

Sam e Guilly tiveram uma sequência simpática, apesar do inconveniente mal-estar de Sam no navio a caminho da Cidadela para ser um Meister. Como é de costume quando se trata desses dois personagens, foi mostrada muita cumplicidade entre eles, que se consideram agora uma família com o bebê Sam. Mas não teve como não notar uma certa mudança rápida demais na personalidade e aprendizado da Guilly: uma menina até então da floresta, insegura e inocente que nunca tinha visto outros lugares e outras pessoas, ao saber que iria para um lugar novo sozinha com o bebê, sem o Sam, se manteve muito segura e independente, dando inclusive suporte para o Sam. Tamanho desenvolvimento e amadurecimento da personagem em tão pouco tempo pode ter sido um exagero na dose de otimismo dessa sequência.

MEEREEN

Meereen não empolgou, mas é compreensível que o momento é de transição e estruturação de algo grande que está por vir. Mas convenhamos que aquilo que Varys descobriu sobre os inimigos de Daenerys não foi nada que os espectadores já não esperavam: quem financiou os Filhos da Harpia foram os “bons mestres de Astapor e os Sábios Mestres de Yunkai, com a ajuda dos amigos de Volantis”.

Entretanto, houve um momento de aquecer os corações não foi trocadilho pelos dragões, com um momento que pode se mostrar chave na história (a relação de Tyrion com os dragões levanta muitas teorias na história), mas também pode ser uma cena de presente aos fãs, sobretudo aqueles dos livros.

A história impressa deu mais detalhes, ao contrário da série que não se ateve às características do crescimento das personagens, sobre a devoção de Tyrion pelos dragões desde a sua infância, que os estudava nos livros e até mesmo sonhava com os animais, que cresceu achando que estavam extintos e que achava que jamais viria a conhecer. Aquele relato foi fiel a excerto do livro. Tocante,  aquela cena também cumpriu por mostrar que os dragões são sim muito inteligentes, sensíveis e sentimentais. Isso pode ser um trunfo a Rainha dos Dragões e seus amigos, mas também pode ser um risco, pois uma vez perdida a conexão com o dragão enquanto eles permitem, ele podem se virar contra ela, afinal, são animais selvagens e precisam de muito espaço.

VAES DOTHRAK

Destaque dessa parte em que Daenerys aparece foram as conversas no idioma Dothraki e o retorno a cenários mostrados na primeira temporada. Esse resgate de lugares já conhecidos da história traz certo saudosismo e remete a muitas lembranças saudades Khal Drogo. Não resta muito para especular além de esperar que Jorah e Daario consigam concretizar o plano de milagrosamente resgatar “Dany”, caso contrário a melhor das hipóteses é ficar trancafiada em Vaes Dothrak com as viúvas de Khal. E se ficar por lá, além de perder o Trono de Westeros, a vida não será muito boa, pois as viúvas não parecem estar dispostas a tornar a vida de “Dany” agradável, pois evidentemente não gostaram da aventura da ex Khaleesi pelo mundo, que fugiu do seu “dever” de isolamento e luto.

PORTO REAL

Porto real mostra-se ainda perdida, não só quanto a vida dos personagens – como era esperado –, mas quanto a forma de contar a história. Cenas arrastadas, lentas, sem muito propósito, que não empolgam e com assuntos repetidos. Igualmente a Meereen, momentos importantes estão por vir, mas em Porto Real a história parece estar se desenvolvendo de uma forma ainda mais lenta e os diálogos não parecem tão pertinentes quanto das temporadas anteriores. Novamente mostrou uma Cercei enlutada e com sede de vingança por aqueles que comentam sobre sua Walk of Shame, mas sem objetivos claros para seguir em frente, bem como o Jaime.  

          O retorno de Olenna Tyrell foi interessante e talvez seja um indício de que daqui para frente a trama vai começar a se desenrolar. A ingenuidade de Tommen não é um problema em si e ele tem o mérito de tentar ser um bom Rei e ser sensível às necessidades do que estão em torno, apesar do histórico de egocentrismo e ganância de sua família. O condenável, ao que parece, é a impressionante e fria capacidade de manipulação do Alto Pardal. Tommen é muito novo e tem um peso muito maior que alguém com tão pouca idade deve suportar. Se Tommen não voltar a ser bem assessorado, pode levar a Coroa a ruína e deixar só um dos “pilares gêmeos do mundo”, a Fé, em pé.   

OS STARK

          Por fim, mas definitivamente não menos importante, os pequenos Stark. Esse episódio foi um verdadeiro resgate das lembranças da família Stark. Os caçulas da família, a esperança de uma não extinção do legado dos Protetores do Norte, foram reintroduzidos na história com vigor e parecem como elementos chave para os desfechos das tramas.

Arya finalmente mostrou progressos na sua história e parece ter avançado muito no seu treinamento para se transformar em um “homem sem rosto”, na cidade de Braavos, no templo do Deus de Muitas Faces, localizada na Casa do Preto e do Branco.

Na verdade agora a Arya pode integrar essa sociedade secreta, que é composta pelos “Homens sem Rosto” que nada mais são do que os melhores e mais caros assassinos do universo de Game of Thrones. Agora ela está prestes a ficar habilitada para cumprir com a listinha de pessoas juradas de morte e vingança…desde que ela se desfaça da sua identidade e de quem era, mas nota-se que até então ela não descartou sua espada Agulha, que continua escondida. Notícia boa: Arya não está mais cega, fazia parte do treinamento \o/

Um momento muito surpreendente do episódio foi o retorno do Rickon, o caçula Stark. Isso não era especulado por ninguém. Infelizmente foi entregue pelo Lorde Umber ao personificação do mal Ramsey Bolton e ainda que haja muitas vantagens em manter o Rickon vivo, pode ser que o menino não saia totalmente ileso, pois sabe-se que Ramsey sabe bem como machucar alguém. A selvagem Osha provavelmente não terá a mesma sorte e o sofrimento é certo dado o histórico.

Aquela cabeça de lobo estava muito pequena para ser do Cão Felpudo, podendo ser de outro lobo para passar uma falsa garantia de lealdade de Lorde Umber ao Ramsey.

Pode ser que o Lorde Umber esteja tramando algo em favor dos Stark, pois a história que ele conta ao Ramsey não condiz com a realidade dos fatos (Jon Snow não está liderando um exército e indo para o sul com selvagens), contudo, esses podem ser os boatos que ele ouviu, acreditou e esteja mesmo sendo verdadeiro, talvez por ver que o ex bastardo não tem escrúpulos, nem mesmo poupou o próprio pai. Não se sabe as reais razões. Certo é: não serem mais leais aos Stark e apoiar os Bolton para ter o controle de Winterfell em desfavor dos Stark parece um tanto quanto suspeito dado o histórico das famílias do Norte. Entretanto, não há nenhuma certeza nesse momento, apenas especulações. A Batalha dos Bastardos está próxima e ter um Lorde Stark dentro do castelo dos Bolton pode ser algo decisivo para Ramsey, da mesma forma que os Umber podem estar tramando uma falsa lealdade aos Bolton e mudar de lado na hora da Batalha pode ser decisivo para Jon Snow nessa batalha tão importante.

Já Bran, que retornou depois de muito tempo igual ao irmão Rickon, parece ter uma participação chave dessa temporada e fase final das Crônicas de Gelo e Fogo, ao menos na TV. Todo esse tempo que não apareceu presume-se que estava em treinamento naquela caverna para se tornar um Vidente Verde, sob os cuidados e ensinamento do Corvo de Três Olhos (nessa temporada com outro ator).

Aquela cena se tratou de uma visão verde, de um momento no passado. A importância daquela belíssima cena de batalha em frente a torre, chamada de “Torre da Alegria”, é crucial, pois ali foi o momento em que Ned Stark e seus amigos, cujo o sobrevivente foi apenas Howland Reed, importante personagem na Rebelião de Robert, foram resgatar a irmã de Ned, Lyanna Stark, que estava nos últimos suspiros em uma cama naquela torre.

Diz a história, pela perspectiva dos Stark e Baratheon, que Lyanna foi sequestrada (contra a sua vontade, portanto) pelo então príncipe (irmão mais velho da Daenerys) Rhaegar Targaryen, que a escondeu nesta torre em Dorne, com a proteção de homens da Guarda Real.

Entre a mais emblemáticas teorias do universo de Game of Thrones é a teoria de que Lyanna poderia ter, na verdade, fugido com o príncipe porque não queria se casar com o Robert Baratheon ou, ainda que sequestrada contra a vontade, naquele momento do resgate na torre tinha acabado de dar a luz e morreu instantes após o parte, sendo aquele bebê o Jon Snow. Há, inclusive, ao fundo da cena, um barulho que se assemelha a um grito de mulher dando a luz ou um choro de bebê. SIM, pode ser que o Jon Snow seja um Targaryen e o tal “Príncipe Prometido”, da profecia sobre o salvador do mundo contra os Outros, que a Melisandre comenta no início do episódio, seja afinal o Jon Snow; ele até voltou do mundo dos mortos. Seria uma coincidência?

Há muitos indícios ao longo da história que corroboram que o Jon Snow pode não ser filho bastardo do Ned Stark e que, na realidade, os únicos que sabiam que ele era filho da Lyanna – que pediu para o irmão cuidar como seu próprio filho quando no leito de morte – eram Ned e o Howland Reed, este último não se sabe onde está.

Esta é a história daquela cena. E por que Bran é tão importante? Porque ele é o único que pode ser testemunha ocular daquele momento, através das visões verdes e mostrar ao mundo que Jon Snow é, não só o “príncipe prometido”, como pode ser herdeiro do Trono de Ferro, pois da linhagem masculina do rei Aerys II Targaryen, avô da Daenerys. Aquela cena foi propositalmente cortada, mas esta história está cada vez mais perto do desfecho. Fiquemos atentos aos sinais.

Com um episódio com revelações e um final surpreendente, sem beirar ao forçado e seguindo a ordem natural de um ritmo mais lento após um momento épico – com o qual não se pode competir –, a série segue com a qualidade que lhe é comum e não decepciona, salvo momentos pontuais até então, com a criação da história agora sem a base dos livros. Cada semente que foi plantada nesse episódio certamente renderá frutos surpreendentes nos próximos domingos.